A DA é uma doença degenerativa caracterizada pela progressiva perda da memória e de algumas funções cognitivas, que acaba comprometendo as atividades de vida diária, desempenho social e ocupacional do portador.

 

O paciente com Doença de Alzheimer sofre uma série de efeitos decorrentes da mesma, efeitos que vão desde o psicológico até o nível motor.

 

A Fisioterapia se designa a habilitar os pacientes comprometidos funcionalmente, a desenvolver suas atividades de vida diária da melhor maneira possível visando aumentar o tempo de independência. Um dos principais aspectos da assistência fisioterapêutica é preventivo, elaborando estratégias a fim de deixar o indivíduo mais ativo. Toda atividade deve encorajar a manutenção da força muscular, da amplitude de movimento e promover somente a ajuda que é extremamente necessária, o paciente também precisa ser capaz de reconhecer, realizar a ação motora e lembrar comandos.

 

O objetivo do tratamento fisioterapêutico é retardar seu processo, preservando as funções motoras o mais próximo do normal possível.

 

As técnicas fisioterapêuticas serão basicamente as mesmas empregadas no tratamento de idosos que não apresentam demência, somente a forma de abordá-las exigirá habilidades especiais. O desenvolvimento de explicações claras e simples dará mais resultados, e as instruções devem ser repetidas sempre da mesma forma, pois o uso de palavras diferentes poderá confundir o paciente.

 

Portanto a fisioterapia voltada ao tratamento da doença de Alzheimer visa melhor ou estabilizar, mesmo que temporariamente a evolução da mesma, ao que já representam um ganho relevante à qualidade de vida destes indivíduos.


 

 

TRABALHO DE FORÇA MUSCULAR

 


 

TREINO DE EQUILÍBRIO E MARCHA ASSOCIADO A TAREFAS DO DIA A DIA.

 

 

 

 

FONTE DE PESQUISA: ARTIGO: A INFLUÊNCIA DA FISIOTERAPIA NA PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA E CAPACIDADE FUNCIONAL DE IDOSO PORTADOR DE DOENÇA DE ALZHEIMER: RELATO DE CASO.